terça-feira, 14 de julho de 2015

Vibrações, frequências e oscilações, o que tudo isso realmente tem a ver com o universo?



Matéria, energia, espaço e tempo tudo isso junto, regidos por leis, forma o que chamamos de universo. Você olha para cima e vê um conjunto infinito de corpos celestes distribuídos em um espaço que parece não ter fim, analogamente você observa algo que esteja mais próximo e percebe que a medida que vai se aproximando aparecem fragmentos cada vez menores, moléculas, átomos, uma infinidade de partículas subatômicas... Então, fica a pergunta, existe algo que pode caracterizar o universo, tanto o macro quanto o micro?


O que será que a energia térmica, a luz e as orbitas dos planetas têm em comum? Bom, são formas de oscilações! A energia térmica é caracterizada como uma oscilação de baixa amplitude e alta frequência é uma vibração microscópica presente nas moléculas, a luz nada mais é do que uma onda eletromagnética e ondas são um tipo de oscilação, já um planeta sempre vai e volta pro mesmo lugar, oscilando a posição de acordo com sua orbita. Oscilação, frequência, vibração! Essas são palavras-chave para o nosso universo, se você parar para observar tudo está em um processo periódico de repetição, com frequências distintas é claro.
A teoria das cordas, que tenta unificar a relatividade geral, de Albert Einstein, e a Física Quântica, diz que se você fragmentar a matéria para chegar em sua estrutura mais fundamental o que irá encontrar será “filamentos de energia” vibrando em diferentes frequências, e o conjunto dessas cordas daria origem à ampla gama de partículas elementares que compõem o nosso universo.
No mundo macroscópico as oscilações também são observadas e desempenham um papel muito importante na manutenção do nosso universo observável, a própria vida aqui na terra é regida por ciclos que se repetem num determinado tempo, o dia e a noite, as marés por conta da orbita da Lua, tudo isso contribui para a vida ser como ela é. E para nós humanos as vibrações, ondas e oscilações constituem a base de muitas tecnologias que se não existissem a nossa civilização como a conhecemos também não existiria.

A oscilação entre o dia e a noite rege as nossas vidas


Em nível de corpos celestes podemos ver que eles, em sua maioria, também estão relacionados a um ritmo, distinto em cada um e regidos pelas leis da gravidade, são os movimentos de translação e rotação. Até mesmo a própria formação de tais corpos está ligada a uma periodicidade, a reciclagem da matéria, oscilando entre a “criação” e a “destruição”.

O universo está em uma constante oscilação entre a ordem e a desordem, a nossa percepção dele é somente uma mera interpretação das diferentes frequências, como disse Nikola Tesla: “Se queres entender o universo, pense em energia, frequência e vibração”.

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